De “O Despertar” ao Adeus: O Ranking da Era Kathleen Kennedy que Vai Dividir a Galáxia

De “O Despertar” ao Adeus: O Ranking da Era Kathleen Kennedy que Vai Dividir a Galáxia

Se você estava em uma caverna em Tatooine ou congelado em carbonite nos últimos anos, talvez não tenha percebido, mas uma era chegou ao fim. Com a saída de Kathleen Kennedy da presidência da Lucasfilm, o site ComicBook resolveu fazer aquela coisa que nós, fãs de Star Wars, mais amamos (e que mais gera brigas em mesas de bar): um ranking definitivo de tudo o que foi produzido sob o comando dela.

Para quem, como eu, viu os créditos subirem no cinema lá em 1977 e hoje discute teorias de Andor no grupo de mensagens, olhar para esses últimos 13 anos é como pilotar a Millennium Falcon através de um campo de asteroides: foi emocionante, perigoso e, às vezes, batemos em algumas pedras.

O Topo e a Base: Do Lixo ao Luxo Espacial

O ranking traz algumas verdades dolorosas, mas necessárias. Na rabeira da lista, sem muita surpresa para quem acompanha o termômetro da Força, temos A Ascensão Skywalker (Episódio IX). É aquele filme que tentou agradar a todo mundo e acabou deixando o pessoal das antigas confuso e os novos fãs querendo mais substância. Junto com ele, séries como Star Wars Resistance e The Book of Boba Fett aparecem em posições que mostram que nem só de armadura de Beskar se faz um sucesso.

Por outro lado, o topo da lista é um colírio para os olhos de quem busca profundidade. Produções como Andor e Rogue One provaram que Star Wars pode ser sério, político e visualmente impecável. Eles entenderam que o “Guerra” no título não é só enfeite. E, claro, não podemos esquecer de The Mandalorian, que basicamente carregou o Disney+ nas costas e nos deu o Grogu (o maior fenômeno de vendas de bonecos desde o Ewok de pelúcia).

A Montanha-Russa do Cânone

O que esse ranking deixa claro é que a “Era Kennedy” foi marcada pela experimentação. Tivemos desde o fofíssimo Young Jedi Adventures para os padawans que ainda usam fraldas, até o visualmente disruptivo Star Wars: Visions, que deu liberdade total para estúdios de anime brincarem com o nosso universo favorito.

Houve erros? Sim, Solo e The Acolyte que o digam (embora eu ainda defenda que o Han Solo do Alden Ehrenreich merecia mais amor). Mas o saldo é uma galáxia muito mais populada e diversa do que a que tínhamos há duas décadas. Saímos de um “hiato criativo” para uma avalanche de conteúdos que, mesmo com seus altos e baixos, manteve a franquia viva e relevante para as novas gerações.


Conclusão

No fim das contas, rankings são apenas a opinião de alguém, mas eles servem para nos fazer refletir. A era de Kathleen Kennedy expandiu os horizontes, nos deu personagens inesquecíveis como Din Djarin e Cassian Andor, e agora passa o sabre de luz para Dave Filoni. Se você é um purista que só aceita a Trilogia Original ou um fã que adora as séries do streaming, o importante é que a Força continua sendo um assunto que nos une (mesmo que seja para discordar do ranking).

E você? Colocaria Os Últimos Jedi no topo ou jogaria direto no compactador de lixo da Estrela da Morte? Deixe sua opinião — com respeito, ou eu chamo um Bounty Hunter para te buscar!