Star Wars Zero Company: O “XCOM da Galáxia” Que Está Conquistando 2026

Star Wars Zero Company: O “XCOM da Galáxia” Que Está Conquistando 2026

Saudações, membros da Sociedade Jedi! Se vocês achavam que 2026 já tinha entregue tudo o que podia para a nossa galáxia muito, muito distante, peguem seus datapads e prestem atenção. As ruas de Coruscant estão zumbindo com um forte candidato a Jogo do Ano. Star Wars Zero Company chegou fazendo barulho, e as primeiras análises da crítica especializada já estão entre nós. Se você gosta da ideia de liderar esquadrões táticos durante as Guerras Clônicas e sofrer um mini-infarto por errar um tiro com 99% de chance de acerto, puxe uma cadeira na cantina.

Fruto de uma colaboração de peso entre a Respawn Entertainment e a Bit Reactor (um estúdio fundado por veteranos de XCOM), o título pega os eventos grandiosos da era das Guerras Clônicas e os joga em um liquidificador de estratégia por turnos. A fórmula envolve um combate cadenciado, gerenciamento de base, conversas de alinhamento com seus companheiros de esquadrão e o desespero absoluto da morte permanente (permadeath) para os seus recrutas.

Com o fim do embargo, o jogo estreou com um sólido 86 no agregador Metacritic. Ted Litchfield, da PC Gamer, não poupou elogios, cravando sem medo que este é “um dos melhores jogos de 2026”, destacando a profundidade do conteúdo e a altíssima taxa de rejogabilidade. A Respec, através de Alex Donaldson, foi além: chamou a obra de a melhor experiência com a franquia desde Knights of the Old Republic. É um baita elogio, mesmo com ele pontuando a existência de alguns bugs de câmera irritantes que precisam de correção urgente.

O que parece ter realmente fisgado a crítica foi a mudança de tom e de foco. Dan Stapleton, da IGN, destacou como é revigorante ter uma história centralizada em personagens que não usam a Força e em vilões que fogem do tradicionalismo dos Sith, tudo isso mantendo a qualidade cinematográfica que vimos na série Jedi. Essa pegada mais crua também foi o ponto alto para Elijah Gonzalez, da Polygon. Ele elogiou o roteiro sagaz e a forma como o jogo retrata os bastidores de mercenários e pessoas comuns — lutando não por patriotismo cego, mas por conveniência —, entregando uma visão incisiva e desconfortável de uma galáxia caindo lentamente no fascismo.

No campo de batalha, James Galizio, da Game Informer, ressaltou que, por mais que a inspiração óbvia em XCOM seja inegável, a jogabilidade tática e o gerenciamento de recursos seguram a onda perfeitamente. A Gamesradar trouxe à tona os detalhes charmosos, como o fato de que até mesmo na inatividade, enquanto você pensa no seu próximo movimento, o campo de batalha pulsa com tiros de blaster sendo casualmente rebatidos por um sabre de luz. Jade King, da VGC, resumiu o sentimento de muitos: o título substitui a velha dicotomia de luz e escuridão por tons de cinza profundos, entregando laços emocionais surpreendentes.

Porém, nem todo mundo saiu sorrindo do hiperespaço. A Shacknews, pelas palavras de Lucas White, jogou um balde de água fria, afirmando que a experiência foi arrastada por uma escrita “sem sal” e uma trama com “o peso narrativo de um filme de anime shonen não-canônico”, criticando severamente o tédio entre as missões de combate.

No fim das contas, Star Wars Zero Company parece ser o respiro criativo que muitos esperavam. Ao trocar os voos épicos de heróis iluminados pelo suor e tática de operativos de chão, a franquia ganha uma nova e brilhante camada.

E você, general de poltrona? Já está preparando suas táticas ou acha que a Força fez falta nessa empreitada? Deixe sua opinião nos comentários!