Saudações, membros da Sociedade Jedi! Puxem uma cadeira e peçam um leite azul, porque hoje vamos mergulhar nos arquivos secretos da Ordem.
Quando pensamos nos Jedi que tiravam o sono de Sheev Palpatine, a mente viaja rápido. A Confederação de Sistemas Independentes tremia diante do General Skywalker. Yoda e Mace Windu podiam dominar um campo de batalha inteiro antes mesmo de o reforço chegar. No entanto, no vasto Universo Expandido de Star Wars, o Jedi que Palpatine mais temia não era uma potência imbatível com o sabre de luz. O verdadeiro perigo, para o futuro Imperador, estava na política.
Cânone vs. Legends: O Conhecimento e a Política
Antes de falarmos do nosso protagonista, vale um paralelo. Ser um Jedi letal não é apenas sobre o quão forte você empurra coisas com a Força.
No cânone atual, a arquivista Jocasta Nu provou esse ponto. Sem a força bruta do Conselho Jedi, ela sobreviveu à Ordem 66 tempo suficiente para esconder arquivos fundamentais que, anos depois, ajudariam Luke Skywalker a restaurar a Ordem. Porém, no selo Legends, existiu um Mestre Jedi que causou um pânico muito mais imediato no Lorde Sith — não pela sabedoria antiga, mas por suas conexões políticas.
| Universo | O Jedi Temido | O Motivo do Medo | O Desfecho |
| Cânone | Jocasta Nu | Conhecimento profundo e posse de arquivos vitais da Ordem Jedi. | Caçada e eliminada por Darth Vader para evitar a reconstrução dos Jedi. |
| Legends | Ronhar Kim | Conexões políticas sólidas e o plano de investigar o Senado. | Morto em uma batalha nas Guerras Clônicas, armada especificamente para ele. |
A Tragédia de Naboo e uma Falsa Amizade
O Mestre Jedi Ronhar Kim era natural de Naboo, o mesmo planeta natal de Palpatine. Por anos, Kim foi, sem saber, um dos maiores ativos do Lorde Sith: um Jedi de alto escalão que conversava abertamente com o futuro Imperador, dando-lhe uma visão privilegiada dos bastidores do Conselho.
A história de Kim é marcada por manipulação. Seu pai era o Senador de Naboo e tentou convencer o filho a abandonar a Ordem Jedi após o resto da família ser tragicamente dizimada. O que Kim não sabia é que os próprios Sith estavam assassinando sua família para abrir espaço para Palpatine entrar no Senado como o novo embaixador.
Ironicamente, foi no funeral do pai que Kim conheceu Palpatine. Os dois se tornaram amigos íntimos — ou, pelo menos, era o que o inocente Jedi achava.
O Teste de Midi-chlorians: O Maior Pesadelo de um Sith
Kim e Palpatine mantiveram essa amizade por mais de uma década, permanecendo aliados políticos durante as Guerras Clônicas. Mas a situação saiu do controle para Palpatine quando Kim começou a dar ouvidos às alegações do Conde Dookan de que um Lorde Sith estava escondido no Senado da República.
Como um bom investigador, Ronhar Kim propôs uma solução simples, lógica e absolutamente aterrorizante para Palpatine: realizar exames de sangue para testar a contagem de midi-chlorians de todos os senadores e oficiais do governo.
Naturalmente, Palpatine não podia apoiar uma ideia que o entregaria de bandeja. O Lorde Sith tentou desencorajar o amigo, percebendo com horror que a influência política do Jedi — a mesma influência que Palpatine explorou por anos — havia se tornado uma ameaça letal aos seus planos.
Um Fim Orquestrado
Ronhar Kim chegou a um fio de cabelo de expor a identidade de Darth Sidious. Se ele tivesse insistido na ideia do exame de sangue ou levado o plano direto ao Conselho Jedi, a simples recusa do Chanceler em ceder uma amostra já teria levantado suspeitas irreparáveis.
Em vez disso, confiando em seu “amigo”, Kim concordou em adiar a ideia e partiu para uma missão. O que ele não sabia era que Palpatine havia arquitetado aquela frente de batalha nas Guerras Clônicas com um único objetivo: matar Ronhar Kim. Um nível de esforço militar e paranoia que nem mesmo o Mestre Yoda conseguiu arrancar do Lorde Sith.
E você, conhecia a história do Jedi que quase estragou os planos do Império com um simples exame de sangue? Deixe sua opinião nos comentários!




