Saudações, mecânicos de Tatooine, pilotos da Orla Exterior e fãs de todas as eras da nossa amada galáxia! Se tem uma coisa que consegue unir todas as gerações de admiradores de Star Wars, é a pura adrenalina. Acabamos de receber uma visão muito mais detalhada de Star Wars: Galactic Racer, e já posso adiantar: o nível de empolgação está nas alturas, digno dos grandes clássicos do passado.
Confesso que tenho um carinho todo especial pelo Star Wars: Episode I Racer original, mas aposto meus últimos créditos imperiais que absolutamente ninguém vai conseguir ficar indiferente ao que esse novo título tem a oferecer. Ajustem os óculos de proteção e vamos dar uma olhada no que vem por aí!
Visuais Que Desafiam a Gravidade (e o Foco)
Para os fãs mais novos que não viveram a febre dos fliperamas e do Nintendo 64, confiem em mim: ver um jogo de corrida de Star Wars que parece tão deslumbrante quanto os filmes que o originaram é algo inacreditável. E a melhor parte é que não estamos confinados apenas às intermináveis dunas de areia de Tatooine.
Os novos ambientes são tão incrivelmente variados e bonitos que já prevejo muita gente perdendo corridas de propósito só para encostar o pod e tirar algumas capturas de tela das paisagens. Claro, isso vai ser um desafio enorme, porque a sensação de velocidade que o jogo transmite parece ser daquelas absurdamente viciantes, que não te deixam soltar o acelerador por um segundo sequer.
Modo História e o “Espírito Sebulba” de Competição
Galactic Racer trará um modo história, o que não é exatamente uma novidade na “franquia”. Quem lembra do exclusivo de PS2, Star Wars Racer Revenge, sabe que lá também tínhamos uma campanha onde jogávamos com ninguém menos que Sebulba. Uma escolha ousada, considerando que o Dug só era o “melhor” porque literalmente assassinava seus oponentes na pista. Mas, ei, nós sempre apoiamos quando Star Wars tenta coisas novas!
Desta vez, o enredo parece menos focado em vingança e mais na jornada clássica de se tornar o maior piloto da galáxia. A reviravolta é que a jogabilidade revelada mostra uma quantidade surpreendente de oponentes sendo esmagados contra as paredes de formas bem, digamos, “arriscadas para a saúde”. É uma violência veicular surpreendente para os padrões de um jogo de Star Wars hoje em dia. Mas, como alguém que cresceu dividindo o tempo entre Episode I Racer e jogos caóticos de destruição de carros, eu aceito de braços abertos. Se a fiscalização perguntar, diremos apenas que estávamos seguindo os conselhos de pilotagem do Sebulba.
O Despertar (Atrasado) da Disney
É inegável que, após o lançamento da trilogia sequela, muita gente passou a olhar para as prequels com muito mais carinho e positividade. Ainda assim, mantenho a opinião de que as coisas indiscutivelmente mais legais que saíram do Episódio I foram a cena da corrida de Pods, o jogo que fizeram sobre ela e, obviamente, a obra-prima musical Duel of the Fates.
O que realmente soa bizarro nessa história toda é pensar no tempo que perdemos. Desde que a Disney assumiu o controle da Lucasfilm, a empresa tem se esforçado ao máximo para transformar qualquer mínima fagulha de Star Wars em um produto rentável. Como eles demoraram mais de 10 anos para reviver um conceito que é unanimemente amado por quem jogou os clássicos e que tem um apelo gigantesco até para quem não liga muito para a mitologia dos Jedi?
A demora foi longa, mas a linha de chegada está próxima. Galactic Racer tem tudo para conquistar corações antigos e novos com a mesma velocidade de um motor a repulsor em potência máxima. E vocês, já escolheram qual vai ser a estratégia na pista: correr limpo como o Anakin ou abraçar o caos das colisões? Deixem suas expectativas nos comentários e que a Força os guie até a vitória!





