A Salvação da Trilogia Sequela: 3 Personagens que Teriam Consertado os Novos Filmes

A Salvação da Trilogia Sequela: 3 Personagens que Teriam Consertado os Novos Filmes

Saudações, membros da Sociedade Jedi! Peguem um assento confortável e preparem-se para um debate amigável (espero!) sobre um dos tópicos mais polêmicos da nossa amada galáxia: a Trilogia Sequela da Disney.

Vamos ser honestos, os três filmes foram sucessos absolutos de bilheteria, mas a recepção… bem, inconsistente é um eufemismo. O Despertar da Força nos banhou em nostalgia, Os Últimos Jedi dividiu a base de fãs como um sabre de luz cortando manteiga, e A Ascensão Skywalker tentou consertar tudo e acabou bagunçando ainda mais a linha narrativa. O resultado final foi uma trilogia que simplesmente não funciona como uma história coesa.

Muitos fãs concordam que a maior ausência desses filmes foi Anakin Skywalker. Pensem bem: Kylo Ren literalmente rezava para o capacete derretido do Darth Vader, mas o fantasma da Força de Anakin nunca apareceu para puxar a orelha do neto e dizer: “Garoto, você não entendeu nada”. Mas Anakin não é o único. Se a Lucasfilm tivesse olhado para outros cantos da franquia, alguns problemas estruturais gigantescos poderiam ter sido evitados.

Aqui estão três personagens que teriam mudado completamente (e para melhor) o destino da Trilogia Sequela.

3. Ahsoka Tano: A Ponte Entre as Eras

Com Dave Filoni assumindo um papel criativo gigante na Lucasfilm, sua maior criação, Ahsoka Tano, se tornou peça fundamental em quase todos os cantos da franquia atual. Ela brilhou em The Clone Wars, Rebels, The Mandalorian, O Livro de Boba Fett e agora tem sua própria série. Sendo uma figura tão proeminente, sua ausência nos filmes sequenciais soa como um enorme ponto cego.

Ahsoka foi aprendiz de Anakin, conheceu Luke Skywalker e sobreviveu à Ordem 66. A inclusão dela na Trilogia Sequela teria sido a ferramenta perfeita para preencher a lacuna entre os caminhos dos antigos Jedi e a nova era. Como alguém que famosamente abandonou a Ordem Jedi por enxergar suas falhas, a experiência de Ahsoka teria sido crucial para orientar Rey. Ela poderia ter ajudado a definir como os usuários da Força deveriam seguir em frente, especialmente lidando com a relação complexa e turbulenta entre Rey e Kylo Ren.

2. Mara Jade: O Final Feliz que Luke Merecia

Se você frequentava as livrarias antes da compra pela Disney, sabe que uma das personagens mais notáveis (e amadas) do antigo Universo Expandido — agora selo “Legends” — é Mara Jade. Ela fez sua estreia em Herdeiro do Império, atuando como a Mão do Imperador Palpatine, com a missão exclusiva de caçar e matar Luke Skywalker. O que aconteceu depois? Eles transformaram essa rivalidade em aliança, se apaixonaram, casaram e tiveram um filho.

Se Mara Jade estivesse nas sequências, a controversa história do Luke recluso em Ahch-To teria sido completamente diferente. Com Mara ao seu lado, ele dificilmente teria se isolado da galáxia de forma tão trágica, permitindo que o nosso herói original tivesse um final mais digno e feliz. Além de apaziguar os fãs mais antigos dos livros, a presença de Mara poderia ter servido como uma mentora direta para Rey. E vamos ser sinceros: se Rey tivesse sido adotada ou treinada por Mara Jade e Luke, assumir o nome “Rey Skywalker” no final faria infinitamente mais sentido.

1. Grande Almirante Thrawn: Um Vilão à Altura

Uma das maiores críticas à Trilogia Sequela envolve os seus vilões. Kylo Ren era um antagonista fantástico, mas claramente desenhado para ser tentado pela luz e buscar redenção. O Líder Supremo Snoke parecia ser o novo grande mal… até ser cortado ao meio prematuramente. E o retorno de Palpatine? Bem, “de alguma forma, ele retornou”, em uma decisão que até hoje gera calafrios de desgosto em muita gente.

A solução perfeita para evitar toda essa confusão? O Grande Almirante Thrawn como o vilão principal. Introduzido no mesmo livro que Mara Jade, Thrawn é um líder militar Imperial gênio que reuniu os restos do Império após sua queda. Ter Thrawn como antagonista teria dado aos filmes um frescor muito necessário, pois ele seria o primeiro grande vilão dos cinemas que não é um Sith (ou um usuário do Lado Sombrio).

A inteligência fria e as estratégias táticas de Thrawn trariam um desafio intelectual e militar que nunca vimos na tela grande. Isso daria a Rey, Finn, Poe e Luke uma ameaça única de se combater, evitando a necessidade de ressuscitar Palpatine e garantindo uma narrativa sólida e consistente ao longo dos três filmes.


Infelizmente, não temos acesso ao Mundo Entre Mundos para reescrever o passado do cinema. A Trilogia Sequela é o que é, com seus momentos de brilho e seus tropeços narrativos. Mas é impossível não olhar para essas figuras icônicas e imaginar o quão incrível (e coesa) essa história poderia ter sido se a Disney tivesse abraçado essas lendas desde o início.

E você, concorda com a lista? Mudaria alguém? Deixe sua opinião, e que a Força esteja com vocês!