Muito Além da Aliança Rebelde: O X-Wing Quase foi um Legado Jedi Centenário!

Muito Além da Aliança Rebelde: O X-Wing Quase foi um Legado Jedi Centenário!

Se você me perguntar qual é o som mais satisfatório do cinema, eu não vou dizer “o marulhar das ondas” ou “o canto dos pássaros”. Para mim, é o som das lâminas S (S-foils) de um X-wing travando em posição de ataque. Desde 1977, essa nave é o símbolo máximo da Rebelião, mas segurem seus comunicadores, porque o novo livro The Art of Star Wars: The Acolyte acaba de soltar uma bomba que faria até o Mestre Yoda erguer uma sobrancelha.


O “Jedi X-Wing” que Ficou no Tinteiro

O livro de artes conceituais da série (que já está entre nós) revelou algo fascinante: a ideia de um “Jedi X-wing”. No papel, a nave é a cara do que o Luke pilotaria séculos depois, com direito a entrada para dróide astromecânico e tudo.

No fim das contas, os produtores de The Acolyte optaram pela nave Jedi Vector (aquela mais pontuda, que já conhecíamos dos livros da Alta República). Mas o simples fato de esse design ter sido cogitado abre uma discussão sensacional sobre o “DNA” das naves na nossa galáxia favorita.

“É como poesia, tudo rima”

George Lucas sempre disse que Star Wars é como poesia, e essa possível mudança (o famoso retcon) daria um peso emocional gigante para a Trilogia Original. Pense bem:

Luke na Estrela da Morte: Em Uma Nova Esperança, Luke não estaria apenas pilotando uma nave rebelde qualquer. Ele estaria usando o design ancestral da ordem que ele mesmo estava destinado a reconstruir. É quase como se a nave soubesse para onde estava indo.

Rey em Exegol: Quando Rey voa com o antigo X-wing de Luke em A Ascensão Skywalker, a conexão com todos os Jedi que vieram antes dela se tornaria ainda mais literal.

Transformar o X-wing de um “caça de guerrilha” em um “símbolo da Ordem Jedi” é o tipo de detalhe que não estraga o passado, mas adiciona camadas que a gente adora debater no fórum às três da manhã.

Dica de mestre: A Lucasfilm nunca joga uma ideia fora. O Zeb de Star Wars Rebels, por exemplo, foi baseado em um desenho original do Chewbacca dos anos 70. Nada se cria, tudo se transforma (e vira boneco depois).


Veremos o X-Wing Jedi no Cinema?

Embora The Acolyte não vá ganhar uma segunda temporada na TV, o conceito está plantado. Temos o filme de James Mangold, Dawn of the Jedi, vindo por aí (em algum momento do futuro distante), que vai explorar as origens da Ordem. Já imaginou ver os primeiros “X-wings” primitivos há 25 mil anos?

Mesmo que a gente não veja essa nave amanhã, essa revelação mostra que a Lucasfilm está olhando para o passado para dar sentido ao futuro. E, convenhamos, nunca é demais ter mais X-wings na tela, seja com rebeldes ou com cavaleiros de sabre de luz.


A ideia de que o design das naves evolui como se fosse uma linhagem biológica é um toque de mestre. O X-wing é um clássico por um motivo, e saber que ele tem raízes profundas na história da Ordem só o torna ainda mais icônico. Agora, com licença, vou ali folhear meu livro de artes e chorar um pouco porque não tivemos essa cena na série.

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