De Lendas a Protagonistas: O Dia em que George Lucas “Enfeitiçou” o Futuro de Star Wars

De Lendas a Protagonistas: O Dia em que George Lucas “Enfeitiçou” o Futuro de Star Wars

Saudações, viajantes das Rotas Comerciais e habitantes da Orla Exterior!

Preparem o café (ou um copo de leite azul), porque hoje vamos falar de nostalgia e de como o “Grande Criador”, George Lucas, adora nos surpreender. Se você acha que 2007 foi ontem, sinto informar que já se passaram 19 anos! E foi exatamente lá, nos bastidores da criação de The Clone Wars, que uma decisão de Lucas mudou para sempre a forma como entendemos a Força.

Estamos falando das Irmãs da Noite (Nightsisters) de Dathomir.

Do Papel das “Lendas” para as Telas

Para os fãs das antigas, aqueles que devoravam os livros do antigo Universo Expandido (hoje Legends), as Irmãs da Noite não eram exatamente uma novidade. Elas apareceram pela primeira vez lá em 1994, no livro The Courtship of Princess Leia. Mas, como sabemos, George Lucas sempre teve uma relação… digamos, “complicada” com os livros. Ele pegava o que gostava e descartava o resto.

Há 19 anos, ele decidiu que as bruxas de Dathomir eram interessantes demais para ficarem presas apenas às páginas. Ele as trouxe para o cânone oficial em The Clone Wars, e o resto é história (e muita magia verde).

Elas Não São Apenas “Sith de Saia”

O que torna as Irmãs da Noite tão fascinantes para o público diverso de Star Wars? É o fato de elas quebrarem a dicotomia chata de “Jedi vs. Sith”.

Enquanto os novos fãs as conheceram de forma impactante em Ahsoka ou nos jogos da série Jedi (salve, Merrin!), o fã veterano aprecia como elas expandiram o conceito da Força. Elas não usam a Força como um cavaleiro; elas usam a Magia. É visceral, é espiritual e, convenhamos, é visualmente incrível. Quem não se arrepiou com a Mãe Talzin batendo de frente com o Conde Dooku ou o General Grievous?

O Futuro é Feminino (e Meio Assustador)

O artigo da ComicBook acerta em cheio: as Irmãs da Noite deixaram de ser um “culto obscuro” para se tornarem o pilar do futuro da franquia. Elas são a conexão com outras galáxias (olá, Peridea!) e as aliadas fundamentais do Grande Almirante Thrawn.

Se hoje temos teorias sobre a origem dos Jedi ou sobre o que existe além da galáxia conhecida, devemos muito àquela decisão de Lucas lá em 2007. Ele tirou um elemento de nicho e o transformou em algo essencial.


É engraçado pensar que algo que começou como um detalhe em um livro dos anos 90 agora define o que vamos assistir nos cinemas e no streaming nos próximos anos. Star Wars é isso: um ciclo eterno de reinvenção.

E você, qual sua versão favorita das Irmãs da Noite? Aquelas que montavam Rancors nos livros, a trágica história da Asajj Ventress ou a poderosa aliança das Grandes Mães com o Thrawn? Deixe sua opinião nos comentários, só não vale fazer feitiço para o post sumir!

Que a Força — e um pouco de magia de Dathomir — esteja com vocês!