Lendas Nunca Morrem: 7 Histórias do Universo Expandido que Dão um “Show” na Trilogia Sequel

Lendas Nunca Morrem: 7 Histórias do Universo Expandido que Dão um “Show” na Trilogia Sequel

E aí, padawans e mestres da velha guarda! Tudo certo?

Quem me conhece aqui no blog sabe que eu não sou de “hate”. Eu sou do tipo que comemora qualquer barulho de sabre de luz novo na tela. Mas, vamos ser sinceros: desde que a Disney comprou a Lucasfilm e mandou o antigo Universo Expandido (EU) para a prateleira das “Legends”, muita gente (eu incluso, às vezes) olha para as páginas amareladas dos livros dos anos 90 e pensa: “Caramba, isso aqui daria um filme sensacional”.

O pessoal do ComicBook soltou uma lista polêmica (mas necessária) com 7 histórias do antigo cânone que, na opinião de muitos, entregaram tramas mais sólidas e ousadas do que a trilogia composta pelos episódios VII, VIII e IX. Se você só conhece a Rey e o Kylo Ren, senta aí, porque o buraco é bem mais embaixo — e muito mais épico.


1. A Trilogia Thrawn (Timothy Zahn)

Para quem viveu os “anos sombrios” sem filmes, Herdeiro do Império foi o nosso Episódio VII. Timothy Zahn não só nos deu o melhor vilão pós-Vader, o Grão-Almirante Thrawn, como mostrou um Luke, Leia e Han amadurecendo de forma orgânica. Thrawn não precisava de uma Estrela da Morte; ele vencia batalhas usando arte e estratégia. Isso que é inteligência militar, minha gente!

2. Império Sombrio (Dark Empire)

Muita gente criticou o retorno do Palpatine em A Ascensão Skywalker (“Somehow, Palpatine returned”). Pois bem, as HQs de Império Sombrio já tinham feito isso décadas antes. A diferença? Lá, o conceito de clones e a transferência de essência foram muito melhor explorados, e ainda tivemos o Luke chegando perigosamente perto do Lado Sombrio para entender o pai. Visualmente, é uma obra-prima gótica.

3. A Nova Ordem Jedi (The New Jedi Order)

Se você acha que a Primeira Ordem era uma ameaça, você não viu nada perto dos Yuuzhan Vong. Eles eram alienígenas de outra galáxia que não podiam ser sentidos pela Força e usavam tecnologia biológica. Foi uma saga de 19 livros que teve a coragem de fazer o que os filmes raramente fazem: matar personagens principais e mudar o mapa da galáxia para sempre. A escala era colossal.

4. Darth Plagueis (James Luceno)

Este livro é, basicamente, o “doutorado” em Star Wars. Ele explica toda a política, a ciência por trás dos Midi-chlorians e como Palpatine manipulou a galáxia por décadas. Ele dá um peso emocional e intelectual aos Prequels e aos Sequels que nenhum filme conseguiu entregar sozinho. É leitura obrigatória para quem quer entender por que a República caiu.

5. Knights of the Old Republic (KOTOR)

Sim, eu sei que é um jogo, mas a história de Revan e Malak é superior a 90% dos roteiros de Hollywood. Situado 4.000 anos antes de Luke, KOTOR provou que Star Wars não depende dos Skywalker para ser incrível. A reviravolta no meio do jogo ainda faz o queixo de muito marmanjo cair. É o puro suco da jornada do herói (e do vilão).

6. Star Wars: Legado (Legacy)

Passado 130 anos após a Batalha de Endor, esta série de HQs apresentou Cade Skywalker, um descendente de Luke que era um caçador de recompensas cínico e usuário de drogas (sim, Star Wars para adultos!). Ele não queria ser um Jedi, mas a galáxia — dominada por uma nova e terrível Ordem Sith — o forçou a aceitar o sobrenome. Uma abordagem fresca e corajosa para o futuro da franquia.

7. Sombras do Império (Shadows of the Empire)

Ambientada entre O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi, essa história foi um “filme sem filme”. Teve trilha sonora própria, jogo de Nintendo 64 e uma trama que envolvia o submundo do crime liderado pelo Príncipe Xizor. Ela preencheu os espaços vazios da trilogia original com uma perfeição que poucas obras modernas conseguem replicar.


Olhar para essas histórias não é sobre diminuir o que temos hoje, mas sobre reconhecer que a fonte de Star Wars é inesgotável. As “Legends” tinham seus problemas (alô, Luuke com dois ‘u’!), mas elas não tinham medo de arriscar e expandir os limites da Força. No fim, o que importa é que temos material de sobra para ler, assistir e discutir por mais 50 anos.

E você, qual dessas histórias você transformaria em filme amanhã se fosse o CEO da Lucasfilm? Ou você acha que o cânone atual é mais “arrumadinho”? Vamos conversar nos comentários!

Que a Força esteja com vocês, e que as boas histórias nunca morram!