Além de Mustafar: 5 Atuações de Hayden Christensen Que Não São Star Wars

Além de Mustafar: 5 Atuações de Hayden Christensen Que Não São Star Wars

Para o fã de Anakin Skywalker, pode ser difícil imaginar Hayden Christensen em outros papéis. No entanto, o ator canadense tem em seu currículo performances complexas e aclamadas que demonstram seu talento para a intensidade dramática e a vulnerabilidade.

Se você está ansioso para ver o que o Escolhido faz quando não está duelando com Obi-Wan, confira essas sugestões!

1. Guerra de Can (Shattered Glass, 2003)

Se você precisa de uma prova de que Hayden Christensen é um ator sério, comece por aqui. Este é, de longe, o papel mais aclamado de sua carreira (e que lhe rendeu indicações ao Globo de Ouro e prêmios).

Hayden interpreta Stephen Glass, um jornalista jovem e ambicioso da The New Republic que se torna uma estrela em ascensão na década de 90. O problema? Glass era um sociopata mentiroso que inventava suas histórias por completo.

A performance de Christensen é um estudo sobre a vulnerabilidade manipuladora. Ele exibe o charme e a insegurança de um jovem que está sempre prestes a desmoronar, tornando o colapso de seu personagem ao ser desmascarado absolutamente catártico. É um drama tenso e uma atuação de mestre.

2. A Casa da Vida (Life as a House, 2001)

Este foi o filme que o colocou no radar antes de ser escalado como Anakin, e ele prova que consegue lidar com um drama familiar profundo e emotivo.

Ele interpreta Sam Monroe, um adolescente revoltado, gótico e viciado em drogas que é forçado a passar o verão com seu pai biológico, morrendo de câncer (interpretado por Kevin Kline), que decide construir a casa de seus sonhos.

Christensen transmite perfeitamente a angústia adolescente. A jornada de Sam, que passa do rancor e apatia total para a conexão e redenção com o pai, é o núcleo emocional do filme. A química e a complexidade do relacionamento com Kline são o destaque.

3. Jumper (2008)

Ok, este é um filme de ficção científica/ação com superpoderes, mas o papel de David Rice permitiu a Christensen explorar um lado mais cool e menos reprimido que o Anakin.

David Rice é um jovem que descobre ter a habilidade de se teletransportar instantaneamente para qualquer lugar do planeta. Ele usa esse poder, no início, para fugir de problemas e roubar.

Embora o filme seja divisivo, Christensen carrega a ação e oferece um protagonista que é, ao mesmo tempo, arrogante, solitário e charmoso. É o seu papel mais descontraído e pop, mostrando que ele pode comandar um blockbuster com uma energia diferente da tensão épica de Star Wars.

4. Caça ao Homem (First Kill, 2017)

Um thriller policial mais recente que o coloca ao lado de Bruce Willis.

Will Beamon é um corretor da bolsa que leva sua família para uma cabana de caça, mas acaba se envolvendo em um assalto a banco e sequestro, forçando-o a tomar decisões extremas para proteger seu filho.

O papel de Will é o de um homem comum levado ao limite. É um tipo de personagem mais “pé no chão” para Christensen, que o força a ser reativo e a demonstrar a intensidade silenciosa de um pai desesperado, em contraste com a grandiosidade de Anakin.

5. Virando a Mesa (Awake, 2007)

É um thriller médico que explora um tipo único de pânico.

Clay Beresford, um jovem bilionário que passa por uma cirurgia cardíaca de emergência, mas sofre de Consciência Anestésica—ele está paralisado, mas acordado e consciente de tudo o que acontece durante a cirurgia.

É uma atuação de terror psicológico feita quase inteiramente sem movimento. Christensen precisa comunicar o pânico, o medo e a agonia interna apenas através de expressões faciais e, mais tarde, através de voice-over. Ele transmite com sucesso o horror de estar preso dentro do próprio corpo.