O Mistério da Trilogia Perdida: Rian Johnson e o Fim de uma Era (que nem começou)

O Mistério da Trilogia Perdida: Rian Johnson e o Fim de uma Era (que nem começou)

Salve, viajantes das rotas hiperespaciais! Como é que está a força por aí? Se você é do tipo que ainda guarda o ingresso de Os Últimos Jedi no fundo da gaveta (seja como uma relíquia sagrada ou como um lembrete de um trauma), senta que lá vem história. Sabe aquela trilogia que o Rian Johnson ia fazer? Aquela anunciada lá em 2017, quando a gente ainda achava que o Supremo Líder Snoke tinha um plano de aposentadoria decente? Pois é, parece que ela finalmente encontrou o seu destino… e não foi nos cinemas.

Depois de quase uma década de “vai ou não vai”, “estamos conversando” e “é apenas uma questão de agenda”, recebemos a atualização que muitos já previam, mas que agora parece ter o selo oficial de “deu ruim”.


“Efetivamente Morta”: O Veredito do Diretor

A notícia veio como um tiro de blaster no escuro. Em uma entrevista recente, o status da trilogia de Rian Johnson foi descrito com as palavras que nenhum fã (ou talvez alguns, dependendo do seu lado da Força) queria ouvir: ela está “efetivamente morta”.

O motivo? Bom, o Rian caiu no “buraco do coelho” dos mistérios de assassinato com a franquia Knives Out (Entre Facas e Segredos). O sucesso do detetive Benoit Blanc foi tão grande que o diretor simplesmente não teve tempo de olhar para trás e ver o que deixou na galáxia muito, muito distante. E convenhamos, entre lidar com o ego de astros de Hollywood em uma mansão ou lidar com a pressão de milhões de fãs de Star Wars, a escolha parece ter sido fácil para ele.

O Lado Sombrio da Agenda

A Lucasfilm, por sua vez, não ficou esperando sentada no conselho Jedi. Enquanto o Rian resolvia crimes, a Disney mudou o foco. Agora o negócio é o “Mando-Verse” nos cinemas com The Mandalorian & Grogu e novos projetos como o Starfighter. O nome de Johnson sumiu das listas oficiais de desenvolvimento, e o que antes era uma promessa de “explorar novos cantos da galáxia com total liberdade” virou apenas uma curiosidade de bastidores.

Para a galera das antigas, isso pode soar como um alívio (eu sei, vocês ainda não perdoaram o que ele fez com o Luke jogando o sabre fora). Para a nova geração, que curtiu a estética visual absurda e a coragem de quebrar as regras que ele trouxe em 2017, fica um gostinho de “e se?”.

O próprio Rian diz que “uma parte do seu cérebro sempre estará em Star Wars”, mas sejamos realistas: entre o cérebro estar lá e o corpo estar no set dirigindo naves, existe um oceano de contratos e bilhões de dólares de diferença.


No fim das contas, a trilogia de Rian Johnson se tornou o “Yoda Fantasma” da Lucasfilm: a gente sabe que existe em algum lugar da Força, mas ela não vai mais interferir na realidade. Star Wars está seguindo caminhos mais seguros agora, apostando no que já deu certo no streaming para tentar reconquistar a bilheteria. Se isso é bom ou ruim? Só o tempo dirá. Por enquanto, ficamos com as memórias das discussões acaloradas sobre o Episódio VIII e a certeza de que, em Star Wars, nada é definitivo… exceto, talvez, o cancelamento de projetos promissores.

E você? Está comemorando com os Ewoks ou está triste como o Chewie perdendo o Han Solo? Deixa aí nos comentários!

Que a Força esteja com vocês, e que seus projetos favoritos não caiam no limbo da produção!