Se você se liga nos bastidores de Star Wars, vai adorar essa: o showrunner Tony Gilroy confessou que nada de Andor teria acontecido sem o apoio firme de Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm.
Crise e resgate durante a pandemia
Gilroy admite na entrevista a Vanity Fair, que estava tão sobrecarregado com o tamanho do projeto que, em 2020, desejou que a pandemia o “matasse”. Ele disse que “esperava que interrompesse a série” porque não sabia se conseguiria tocar adiante .
Mas esse “período de pausa” acabou sendo crucial para formatar a estrutura da série — caro e intenso, porém mais administrativo e descansado após o reset .
Kennedy como guardiã da visão ousada
Durante todas as etapas de produção — incluindo ideias consideradas polêmicas, como:
- cenas em bordéis,
- assassinatos de policiais,
- e até a contratação do designer visual de Chernobyl —
Kathleen legendariamente aprovava tudo, com um simples “ok”.
Tony resumiu bem:
“Não existe série sem ela […] por todo o ‘caralho’ que ela recebe online, é insano. Essa série existe porque ela forçou que acontecesse.”
Carreira e legado de Gilroy
Graças ao apoio de Kennedy, Gilroy recebeu carta branca para criar uma narrativa adulta, madura e diferente do que a maioria espera de Star Wars — do drama político à violência marcada. Ele também reconhece que sem o precedente de The Mandalorian e o sucesso de Grogu, Andor provavelmente nunca teria sido possível.
Andor é um marco por vários motivos, mas antes de tudo, é resultado de um grande “sim”. Um “sim” de Kathleen Kennedy, que acreditou na visão de Gilroy e segurou essa produção ambiciosa. O que vemos na tela é fruto de decisões ousadas, protegidas por uma liderança que teve coragem de inovar.




