Mark Hamill, nosso eterno Luke Skywalker, revelou recentemente em uma entrevista que tinha em mente uma versão bem mais sombria da história por trás do exílio de Luke em Star Wars: Os Últimos Jedi. Segundo ele, não foi só a queda de Ben Solo que levou Luke a se isolar. O ator imaginou uma tragédia de proporções pessoais devastadoras: o herói teria se afastado dos dogmas Jedi para viver um grande amor e construir uma família. Entretanto, seu filho, ainda bebê morreria em um acidente enquanto brincava com um sabre de luz deixado sem supervisão. Como se isso não fosse tragédia suficiente, a mãe (esposa de Luke), tomada pelo desespero, se tiraria a própria vida. Isso, segundo Hamill, explicaria um Luke obscuro não por culpa ou vergonha dos Jedi, e sim por uma dor profunda e humana.
Na realidade, porém, o roteiro de Rian Johnson optou por outra justificativa: o trauma de Luke após um de seus aprendizes, seu sobrinho Ben Solo, ter se voltado ao lado sombrio e destruído sua academia Jedi . Hamill respeita completamente essa escolha criativa, elogia o diretor como “um dos cineastas mais talentosos” com quem já trabalhou, e deixou claro que nunca houve animosidade pessoal, apenas um desejo de explorar motivações mais profundas para Luke .
Recentemente, Hamill confirmou que não voltará a interpretar Luke Skywalker.




