Fala, fã da galáxia distante, muit distante! Se você, assim como eu, ama observar os detalhes que preparam o terreno para grandes momentos, vai pirar nessa: Andor S2 trouxe a cura pela Força de um jeito natural e orgânico—e isso faz a cura de Rey em A Ascensão Skywalker fazer (MUITO) mais sentido. Vamos lá:
O surgimento da cura pela Força
- The Clone Wars já nos apresentou uma “cura rápida” com Anakin e Ahsoka em Mortis. Mas foi em A Ascensão Skywalker (2019) que ela ganhou estatura dramática: Rey cura um monstrengo em Pasaana e depois salva Kylo Ren—e, por fim, Kylo (agora Ben) retribui o favor.
- Esse poder, porém, dividiu fãs: parecia “video game” demais, algo repentino que quebra a lógica da narrativa .
Andor S2 reforça a cura como algo comum
- Em Andor S2 vemos uma base em Yavin 4 onde um curandeiro pela Força trata feridos — de forma discreta e sem holofotes.
- Cassian Andor fica até desconfortável com isso, sugerindo que é uma prática conhecida por alguns, mas não amplamente divulgada.
- Esse tratamento reservado dá base pra que o público aceite que Rey aprendeu algo real — algo que já existia, não inventado só pra fechar A Ascensão Skywalker.
Por que essa abordagem faz sentido
- Narrativa gradual: em vez de um “poder topzera” de uma hora pra outra, vemos uma tradição silenciosa já presente na galáxia — algo que Rey incorporou ao longo da jornada.
- Mais realismo e sutileza: em Andor, vemos cura da Força sendo prática comunitária — não espetáculo midiático.
- Explicação retroativa elegante: ajuda a “limpar” a polêmica de TROS, mostrando que é um trajeto orgânico e não uma trama forçada .
Andor S2 trouxe um respiro narrativo para cujas habilidades foram alvo de críticas em A Ascensão Skywalker. Ao mostrar a cura pela Força como algo real, discreto e fundamentado, a série enriquece a mitologia Jedi e reconecta o poder com a tradição — transformando o que era “ estranho e imposto” em algo consistente, significativo e emocionalmente verdadeiro.




